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O segredo da verdadeira liberdade


10/08/2012 - Elizete Malafaia

Cristo nos libertou para que nós sejamos realmente livres (Gálatas 5.1a NTLH).

Quando nos tornamos discípulos de Cristo, desenvolvemos as atitudes do verdadeiro seguidor de Jesus, experimentamos o perdão de Deus, que nos liberta do pecado, e passamos a viver pela graça, conforme Gálatas 1.6: Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho.

Por meio de Seu sacrifício na cruz do Calvário, Jesus nos libertou da escravidão do pecado, garantiu-nos o privilégio de sermos filhos de Deus e comissionou-nos para darmos continuidade à Sua missão de implantar o Seu Reino na terra. Nesse Reino, as pessoas são livres para viver o evangelho, que transforma o ser humano no corpo, na alma e no espírito.

O segredo da liberdade que temos em Cristo não é uma licença para pecar, mas uma oportunidade para servir aos outros. Porém, isso só acontecerá quando deixarmos Jesus reinar em nossa vida e formos repletos e transbordantes do Seu amor. Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade (Gálatas 5.13).

O amor é a palavra-chave de toda liberdade sadia. Quem ama vive bem e promove o bem-estar do outro. Porém, somente desfrutará da verdadeira liberdade concedida por Cristo aquele que ama a Deus, ama a si mesmo e ao seu próximo. Em contrapartida, a liberdade sem o amor divino leva à depravação, à perversão, à destruição, à ruína, à corrupção, à desorganização, à sexualidade distorcida e à imoralidade.

Presenciamos no mundo uma falsa liberdade, que não cultiva o amor ao próximo. Esse comportamento gera violências, roubos, assassinatos, calúnias, destruição das famílias e conflitos de relacionamento.

A realidade é que o ser humano não faz uso da liberdade pautada no amor de Deus, pois, se o fizesse, o Espírito Santo o encheria do verdadeiro amor, um dos atributos do fruto do Espírito.

Em Gálatas 5.6, o apóstolo Paulo enfatiza que a verdadeira liberdade cristã somente será vivida quando o homem compreender que sua fé abençoará a sua vida e a de outras pessoas, quando ele agir em função do amor.

O que faltava aos cristãos da Galácia era justamente esse amor divino. Estar preso a dogmas humanos não garante espiritualidade. Somente o agir do Espírito Santo pode banir o egoísmo e vencer a luta contra a natureza carnal.

Quando amamos Deus e o priorizamos como Senhor, amamos as pessoas, pois o Seu amor domina nosso coração. Uma pessoa cheia do amor e da graça de Deus obedece a Ele e cumpre os princípios da Sua Palavra. Essa sim é a verdadeira liberdade!

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